Etiqueta: Industrias Creativas

  • Patrones de consumo de industrias culturales

    «Tengo un fajo de post-it para pagar». LeleSorribas2012
    Nuevos medios, nuevas formas de consumir
    Los usuarios/consumidores de industrias culturales han cambiado sus patrones de consumo a la par que han cambiado las posibilidades de consumir.
    Desde la aparición de las nuevas tecnologías, la música, el cine, la literatura, los juegos se pueden consumir individualmente y sin restricciones de horario, no es necesario adquirirlas en propiedad y la gratuidad se ha ido adueñando de la mentalidad del consumidor.
    … el nuevo comportamiento de la sociedad actual respecto de la cultura; porque ésta, de ser un placer escaso, ha pasado a convertirse en una exigencia de muchos ciudadanos; de ser accesoria, a esencial para vivir; de ser un producto para la distracción, a uno de los consumos más habituales; de minoría y elitista, al consumo en masa.[1]
    Así como han cambiado (o deben ir cambiando) los modelos de negocio adecuándose a los nuevos medios, los patrones de consumo han cambiado y viceversa: la forma de consumir genera cambios, y estos cambios generan otros en la forma de consumir. Es decir, se ha dado un círculo de consecuencias en las industrias culturales: producción, distribución, estrategia, consumo.
    Los jóvenes son los consumidores más aventajados de industrias culturales a través de nuevos medios y nuevos dispositivos, sin embargo, también son los que más eluden el pago por el consumo y buscan recursos gratuitos (fuera de la legalidad o en un limbo legal).
    Para las industrias culturales el consumidor más buscado es aquel que participa en el consumo, paga por ello y además atrae a más consumidores. Para ello, el consumidor debe sentirse identificado con lo que consume. Se habla mucho, actualmente, de apelar a los sentimientos y no tanto a la necesidad.
    Precisamente, el hecho de ofrecer al público, en su diversidad, toda una jerarquía de productos que responden a distintas cualidades constituiría una forma más precisa de identificar tipos de fruición, tipos consumo. Cada individuo podrá ver reflejada así su demanda, que habrá sido determinada anticipadamente por índices estadísticos, y dirigirse a la categoría de productos preparada para su tipo de preferencias.[2]
    Este usuario ideal, que se siente identificado, que atrae a otros, que participa de las experiencias, en la parte del pago puede no retribuir directamente con dinero, puede que su forma de pago sea en especies. Es decir, aportando sus propias experiencias que contribuirán a acercar a otros el producto o servicio, mejorando con sus aportaciones el propio producto o servicio, promoviendo nuevas ideas para productos o servicios, convirtiéndose en embajador del producto o servicio, pagando por otros servicios o productos adyacentes… existen una infinidad de formas retributivas que modifican los patrones de consumo.
  • Presentación del documental 16ª Bienal de Cerveira en Vigo

    Sala de proyección de la Casa Galega das Artes
    de Vigo. LeleSorribas2012
    El miércoles día 23 de mayo se presentó en Vigo, en la Casa Galega da Cultura, el documental sobre la 16ª Bienal de Cerveira, el estreno absoluto, pues hasta el sábado no será presentado en Vila Nova de Cerveira.
    Reducir a cincuenta minutos la 16ª Bienal de Cerveira parece una acción imposible, sin embargo, el realizador Patrick Esteves lo ha conseguido, no sin esfuerzo.
    “Fueron más de tres meses de trabajo y once versiones”, dijo Patrick Esteves, realizador, para conseguir aglutinar 60 iniciativas artísticas, conciertos, talleres, acciones performativas, exposiciones, visitas guiadas,  conferencias y homenajes en un documental de 50 minutos. En ese tiempo este documental logra dar una visión de 360º, pasando por todas las formas en que la Bienal es vivida, desde dentro, y manteniendo presente en todo momento que esta Bienal es la más antigua de Portugal, con más de treinta años a sus espaldas.
    José Manuel Vaz Carpinteira, Presidente de la Cámara Municipal de Vila Nova de Cerveira, presente en la proyección, resaltó la importancia de Galicia en la Bienal y la proyección transfronteriza que ésta tiene y que quiere seguir alargándose. El año pasado Vigo acogió una exposición de la Bienal, así como Oporto, para próximas ediciones esperan continuar colaborando y si es posible ser más las ciudades de acogida.
    José Carpinteira también destacó la presencia en la pasada Bienal de representantes de las bienales de La Habana y de Curitiba, por lo que no se descartan más colaboraciones internacionales.
    El documental es un pequeño resumen de dos meses de actividad visible y de muchos más meses de trabajo. La Bienal ya se está preparando para volver a Vila Nova de Cerveira en 2013, hasta entonces, Cerveira sigue siendo Vila das Artes.
  • Em código de opinião: Sobre as indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal

    Porta de acesso ao Paço dos Duques de
    Bragança. Guimarães. LeleSorribas.2012
    Vamos dar destaque a alguns temas interessantes, além do próprio estudo, que foram tratados na Conferência Internacional As indústrias criativas como chave para o futuro: análise e perspectivas. É bom repassarmos as coisas ditas e algumas reflexões que ficam abertas para o uso do estudo e a construção de futuro para estas indústrias culturais e criativas.
    Em primeiro lugar, foram vários (Anxo Lorenzo, Juan Carlos Fernández Fasero, Adolfo Neira, Isabel Neira) os que comentaram o interesse do estudo para traduzir os dados em políticas públicas adequadas. A pala disto, foi dito também que já não estamos no tempo das infraestruturas (está certo), já está tudo construído e há espaços a mais, é momento de investir em produções culturais.
    Não obstante, o mais repetido por todos os conferencistas (Juan Lirón, Francisca Abreu, Anxo Lorenzo, Elvira Vieira, Juan Carlos Fernández Fasero, Ricardo Luz, Adolfo Neira, Luís Braga da Cruz e Isabel Neira) foi que é preciso mudar o conceito da cultura para termos empresariais. É momento, segundo eles, de vermos além do artista, músico, escritor… e olharmos para a sua atividade como uma empresa com produtos artísticos ou criativos. (Deve o artista ser empresário? Deve o empresário ser artista?)
    Para transmitir esta mensagem aos políticos, empresários e aos próprios artistas o rendimento do sector, foi comentado como era preciso um estudo destas características (que é material de consulta e não um livro para se ler duma vez), que determina qual o valor do sector e oferece dados que refletem o valor efetivo e real das indústrias criativas, como disse Elvira Vieira.
    Se olharmos menos positivamente, existe neste sector uma grande quantidade de trabalhadores por conta própria, situação que desde o meu ponto de vista tem a ver com a falta de confiança empresarial e com o jeito de se fazer nestes emprendimentos. Por uma banda, esta situação faz do sector um sector muito flexível, mas também muito pouco seguro (mas será que existe seguridade em algum sector?).
    Em resumem, a partires do estudo pode-se fazer leitura aprofundada para propor políticas públicas acordes, ganhar confiança dos investidores privados, gerir os negócios desde uma perspectiva empresarial, fazer com que as empresas se deixem contagiar do espírito criativo dos artistas, reconhecer novos jeitos…
    Mas para rematar esta opinião reflexiva, com algumas perguntas abertas para o debate, deixo umas palavras de Luís Braga da Cruz retiradas do seu discurso na conferência que ilustram o espírito construtor necessário para o futuro: Temos que ter perseverança, selecionar bem as nossas escolhas e ter confiança no futuro e transmitir essa confiança aos miúdos porque eles constroem sonhos. Vale a pena construir sonhos, materializa-los, esforçarmos nisso.

  • As indústrias criativas são um sector estratégico na Eurorregião. Apresentação do estudo As indústrias Criativas na Galiza e Norte de Portugal em Guimarães.

    Acesso à sala no Paço dos Duques de Bragança em Guimaráes,
    onde foi apresentado o estudo As indústiras criativas na
    Galiza e no Norte de Portugal: análise quantitativa.
    LeleSorribas.2012
    O estudo As indústrias criativas na Galiza e no Norte de Portugal oferece os números de um sector, que a ambos os lados da fronteira, tem um comportamento mais positivo do que outros, é um sector estratégico nestes momentos, disse o diretor do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza –Norte de Portugal (GNP-AECT).
    O estudo foi apresentado a passada semana em duas sessões, uma na Cidade da Cultura de Galiza em Santiago de Compostela e outra na Cidade Européia da Cultura 2012, no Paço dos Duqes de Bragança em Guimarães. O sentido da celebração de duas sessões põe em valor o caráter transfronteiriço do estudo e as boas relações entre a Galiza e o Norte de Portugal. Anxo Lorenzo, secretário geral da cultura da Xunta de Galiza, comentou apostamos por abrir um espaço de partilha, uma faixa de colaboração nestas indústrias.
    O evento celebrado em Guimarães foi enquadrado na programação da capitalidade européia da cultura, em palavras de Francisca Abreu, vereadora de cultura da Câmara Municipal de Guimarães, a capitalidade é uma oportunidade para a criatividade entrar em todos os espaços da vida, incluída a economia. Esta é uma oportunidade para atrair e fixar novas áreas de negócio para Guimarães.
    Além dos resultados do estudo, que mostram que o setor emprega na Galiza o 2,17% da população e no Norte de Portugal o 3,55%, a apresentação quis oferecer chaves para o futuro desde a interpretação dos dados do tal estudo. “O estudo tenta tirar o valor efetivo e real das indústrias criativas”, afirmou Elvira Vieira, diretora da GNP-AECT. A faturação das indústrias criativas na Eurorregião é de 2.23 milhões de euros por ano, segundo os dados dos correspondentes registros mercantis de Galiza e Norte de Portugal.
    Na sessão participaram Juan Carlos Fernández Fasero, diretor general de AGADIC; Ricardo Luz, vice-presidente da ADDICT; Adolfo Neira, consultor; Luís Braga da Cruz, presidente do conselho de administração da Fundação Serralves; e Isabel Neira, economista na Universidade de Santiago de Compostela. Todos os participantes coincidiram em asseverar que as indústrias criativas e culturais devem ser consideradas desde a perspectiva puramente empresarial para tirar rendimento econômico e para poder traduzir os dados em políticas públicas adequadas.
    No remate do evento, Elvira Vieira encerrou a apresentação com umas palavras de estímulo, as indústrias criativas são um sector gerador de emprego e riqueza, não só por si próprias, mas também na integração com outros sectores.
  • Apresentação do Estudo As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal. Presentación del Estudio Las industrias creativas en Galicia y Norte de Portugal.

    Cartaz/Poster Conferencia. GNP-AECT
    Apresentação do Estudo As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal.
    O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza-Norte de Portugal (GNP-AECT) junto com a Axencia Galega das Industrias Culturais (AGADIC) y a Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas (ADDICT) apresentam hoje em Santiago de Compostela e amanhã em Guimarães a Conferência Internacional As indústrias criativas como chave para o futuro: análise e perspectivas.
    Na conferência se irá apresentar o estudo da dimensão económica das indústrias criativas na Eurorregião Galiza-Norte de Portugal.
    MáiS Ti estará na conferência de amanhã em Guimarães para conhecer os dados do estudo e seguir o programa do evento do qual faremos comunicações na próxima semana.
    Presentación del Estudio Las industrias creativas en Galicia y Norte de Portugal.
    La Agrupación Europea de Cooperación Territorial Galicia-Norte de Portugal (GNP-AECT) en colaboración con la Agencia Gallega das Industrias Culturales (AGADIC) y la Agencia para el Desarrollo de las Industrias Creativas (ADDICT) presentan hoy en Santiago de Compostela y mañana en Guimarães la Conferencia Internacional Las industrias creativas como llave para el futuro: análisis y perspectivas.
    En la conferencia será presentado el estudio de dimensión económica de las industrias creativas en la Eurorregión Galicia-Norte de Portugal.
    MáiS Ti acudirá mañana a Guimarães para conocer los datos del estudio y seguir el programa del evento, del cual haremos comunicaciones posteriormente.
    Programa
    Sessão de apertura: Francisca Abreu, Vereadora de Educação e Cultura da Câmara Municipal de Guimarães; Ana Teresa Lehmann, Vice-presidente da CCDR-N (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte); Anxo Lorenzo, Secretario Geral da Cultura da Xunta da Galiza; e Francisco José Viegas, Secretário de Estado da Cultura do Governo Português.
    O desenvolvimento das indústrias criativas: uma perspectiva para o futuro. Paulo Alves, Fundação Serralves.
    Apresentação do estudo: As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal, análise quantitativa. Juan Carlos Fernández Fasero, Director Geral da AGADIC; e Ricardo Luz, ADDICT.
    Desafios e oportunidades para as indústrias criativas. Isabel Neira, Universidade de Santiago de Compostela.

  • Encuentro Internacional Economía y Cultura V. Colaboración y participación activa para poner ideas a andar.

    El Encuentro Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la Ciudad de la Cultura en Santiago de Compostela mostró también una serie de proyectos en los cuales la creatividad es la piedra angular para crear innovación. Estos proyectos se agruparon en torno de una mesa compuesta por Miren Arantzazu Jiménez Sánchez e Igor Arrien Garmendia, responsables del área de proyectos del departamento de comercio en el Ayuntamiento de Bilbao; Rafael de Ramón, conceptualizador y propulsor de Utopic_Us; y Ana Maria Llopis, fundadora y consejera delegada de Ideas4all.
    El caso del departamento de comercio del ayuntamiento de Bilbao es un caso de aplicación de innovación al comercio tradicional. Como ellos mismos comentaron, “la innovación tiene dos elementos comunes, sea donde sea que se aplique: pasión y no miedo”, elementos que utilizaron a la hora poner en marcha el proyecto de Comercio Innovador Bilbao (CIB). Se preguntaron cómo cambiar la forma de pensar y si la innovación solo podía lograrse a través de las nuevas tecnologías. Las respuestas se las ha ido dando la experiencia y el concepto de plataforma abierta en el cual trabajan junto con los comerciantes adheridos, “la innovación no es solo desarrollo tecnológico y el CIB es un laboratorio de experimentación para que después las innovaciones sirvan también a otros”.
    Utopic_Us fue definido por Rafael de Ramón como una “usina de transformación” tras lo cual añadió que “sonaba un poco pedante el nombre, pero que realmente eran un núcleo de energía para la transformación. La siguiente forma de definir el proyecto fue “a partir de unos valores hacemos lo que nos da la gana” y en definitiva, así es, es un centro donde se juntan personas de diferentes profesiones creativas que coinciden en aplicar a su trabajo: colaboración, honestidad y transformación.
    Ana María Llopis expuso una serie de teorías sobre las ideas y su implantación en las empresas o como servicios, dijo que después de ver como una gran mayoría de las ideas que tenemos se pierden decidieron crear Ideas4all, una plataforma en la que compartir ideas, venderlas y, tal vez, ponerlas a funcionar. Llopis habló largo y tendido sobre la inteligencia colectiva, una fuente de innovación riquísima que muchas veces es desaprovechada por no disponer de las herramientas adecuadas o de los canales apropiados.
    Los tres proyectos se basan en usar las ideas de la gente como motor de innovación, de servicios nuevos o de resolución de problemas. La colaboración y la participación activa de las personas es el nexo que comparten las tres formas de trabajar.