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	<title>Industrias Culturales Archives - Al pie de la foto</title>
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	<description>Letras, rese&#241;as, entrevistas y pies de foto</description>
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	<title>Industrias Culturales Archives - Al pie de la foto</title>
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		<title>Em código de opinião: Sobre as indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lele Sorribas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 12:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bitácora]]></category>
		<category><![CDATA[Periodismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porta de acesso ao Paço dos Duques de Bragança. Guimarães. LeleSorribas.2012 Vamos dar destaque a</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float:left;margin-right:1em;text-align:left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align:center;"><a href="http://lelesorribas.wordpress.com/wp-content/uploads/2013/04/portaguim2.jpg" style="clear:left;margin-bottom:1em;margin-left:auto;margin-right:auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="400" src="http://lelesorribas.wordpress.com/wp-content/uploads/2013/04/portaguim.jpg" width="231" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align:center;">Porta de acesso ao Paço dos Duques de <br />Bragança. Guimarães. LeleSorribas.2012</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align:justify;"><strong>Vamos dar destaque a alguns temas interessantes, além do próprio estudo, que foram tratados na <a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/as-industrias-criativas-sao-um-sector.html" target="_blank">Conferência Internacional As indústrias criativas como chave para o futuro: análise e perspectivas</a>. É bom repassarmos as coisas ditas e algumas reflexões que ficam abertas para o uso do estudo e a construção de futuro para estas indústrias culturais e criativas.</strong></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Em primeiro lugar, foram vários (Anxo Lorenzo, Juan Carlos Fernández Fasero, Adolfo Neira, Isabel Neira) os que comentaram o interesse do estudo para traduzir os dados em políticas públicas adequadas. A pala disto, foi dito também que já não estamos no tempo das infraestruturas (está certo), já está tudo construído e há espaços a mais, é momento de investir em produções culturais.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Não obstante, o mais repetido por todos os conferencistas (Juan Lirón, Francisca Abreu, Anxo Lorenzo, Elvira Vieira, Juan Carlos Fernández Fasero, Ricardo Luz, Adolfo Neira, Luís Braga da Cruz e Isabel Neira) foi que é preciso mudar o conceito da cultura para termos empresariais. É momento, segundo eles, de vermos além do artista, músico, escritor&#8230; e olharmos para a sua atividade como uma empresa com produtos artísticos ou criativos. (Deve o artista ser empresário? Deve o empresário ser artista?) </div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Para transmitir esta mensagem aos políticos, empresários e aos próprios artistas o rendimento do sector, foi comentado como era preciso um estudo destas características (que é material de consulta e não um livro para se ler duma vez), que determina qual o valor do sector e oferece <em>dados que refletem o valor efetivo e real das indústrias criativas</em>, como disse Elvira Vieira.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Se olharmos menos positivamente, existe neste sector uma grande quantidade de trabalhadores por conta própria, situação que desde o meu ponto de vista tem a ver com a falta de confiança empresarial e com o jeito de se fazer nestes emprendimentos. Por uma banda, esta situação faz do sector um sector muito flexível, mas também muito pouco seguro (mas será que existe seguridade em algum sector?).</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Em resumem, a partires do estudo pode-se fazer leitura aprofundada para propor políticas públicas acordes, ganhar confiança dos investidores privados, gerir os negócios desde uma perspectiva empresarial, fazer com que as empresas se deixem contagiar do espírito criativo dos artistas, reconhecer novos jeitos&#8230;</div>
<div style="text-align:justify;">Mas para rematar esta opinião reflexiva, com algumas perguntas abertas para o debate, deixo umas palavras de Luís Braga da Cruz retiradas do seu discurso na conferência que ilustram o espírito construtor necessário para o futuro: <em>Temos que ter perseverança, selecionar bem as nossas escolhas e ter confiança no futuro e transmitir essa confiança aos miúdos porque eles constroem sonhos. Vale a pena construir sonhos, materializa-los, esforçarmos nisso.</em></div>
<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Apresentação do Estudo As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal. Presentación del Estudio Las industrias creativas en Galicia y Norte de Portugal.</title>
		<link>https://alpiedelafoto.com/apresentacao-do-estudo-as-industrias-criativas-na-galiza-e-norte-de-portugal-presentacion-del-estudio-las-industrias-creativas-en-galicia-y-norte-de-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lele Sorribas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 09:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bitácora]]></category>
		<category><![CDATA[Periodismo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal ao pé]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal ao Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cartaz/Poster Conferencia. GNP-AECT Apresentação do Estudo As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal.</p>
<p>The post <a href="https://alpiedelafoto.com/apresentacao-do-estudo-as-industrias-criativas-na-galiza-e-norte-de-portugal-presentacion-del-estudio-las-industrias-creativas-en-galicia-y-norte-de-portugal/">Apresentação do Estudo As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal. Presentación del Estudio Las industrias creativas en Galicia y Norte de Portugal.</a> appeared first on <a href="https://alpiedelafoto.com">Al pie de la foto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left:auto;margin-right:auto;text-align:center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align:center;"><a href="http://lelesorribas.wordpress.com/wp-content/uploads/2013/04/confindcreat2.jpg" style="margin-left:auto;margin-right:auto;"><img decoding="async" border="0" height="320" src="http://lelesorribas.wordpress.com/wp-content/uploads/2013/04/confindcreat.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align:center;">Cartaz/Poster Conferencia. GNP-AECT</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align:justify;"><strong>Apresentação do Estudo As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal.</strong></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza-Norte de Portugal (GNP-AECT) junto com a Axencia Galega das Industrias Culturais (AGADIC) y a Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas (ADDICT) apresentam hoje em Santiago de Compostela e amanhã em Guimarães a Conferência Internacional As indústrias criativas como chave para o futuro: análise e perspectivas.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Na conferência se irá apresentar o estudo da dimensão económica das indústrias criativas na Eurorregião Galiza-Norte de Portugal.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">MáiS Ti estará na conferência de amanhã em Guimarães para conhecer os dados do estudo e seguir o programa do evento do qual faremos comunicações na próxima semana.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"><strong>Presentación del Estudio Las industrias creativas en Galicia y Norte de Portugal.</strong></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">La Agrupación Europea de Cooperación Territorial Galicia-Norte de Portugal (GNP-AECT) en colaboración con la Agencia Gallega das Industrias Culturales (AGADIC) y la Agencia para el Desarrollo de las Industrias Creativas (ADDICT) presentan hoy en Santiago de Compostela y mañana en Guimarães la Conferencia Internacional Las industrias creativas como llave para el futuro: análisis y perspectivas.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">En la conferencia será presentado el estudio de dimensión económica de las industrias creativas en la Eurorregión Galicia-Norte de Portugal.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">MáiS Ti acudirá mañana a Guimarães para conocer los datos del estudio y seguir el programa del evento, del cual haremos comunicaciones posteriormente.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"><strong>Programa </strong></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Sessão de apertura: Francisca Abreu, Vereadora de Educação e Cultura da Câmara Municipal de Guimarães; Ana Teresa Lehmann, Vice-presidente da CCDR-N (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte); Anxo Lorenzo, Secretario Geral da Cultura da Xunta da Galiza; e Francisco José Viegas, Secretário de Estado da Cultura do Governo Português.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">O desenvolvimento das indústrias criativas: uma perspectiva para o futuro. Paulo Alves, Fundação Serralves.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Apresentação do estudo: As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal, análise quantitativa. Juan Carlos Fernández Fasero, Director Geral da AGADIC; e Ricardo Luz, ADDICT.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Desafios e oportunidades para as indústrias criativas. Isabel Neira, Universidade de Santiago de Compostela.</div>
<p></p>
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		<item>
		<title>Encuentro Internacional Economía y Cultura V. Colaboración y participación activa para poner ideas a andar.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lele Sorribas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 13:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bitácora]]></category>
		<category><![CDATA[Periodismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Conferencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>El Encuentro Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la Ciudad de la Cultura</p>
<p>The post <a href="https://alpiedelafoto.com/encuentro-internacional-economia-y-cultura-v-colaboracion-y-participacion-activa-para-poner-ideas-a-andar/">Encuentro Internacional Economía y Cultura V. Colaboración y participación activa para poner ideas a andar.</a> appeared first on <a href="https://alpiedelafoto.com">Al pie de la foto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b>El Encuentro Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la Ciudad de la Cultura en Santiago de Compostela mostró también una serie de proyectos en los cuales la creatividad es la piedra angular para crear innovación. Estos proyectos se agruparon en torno de una mesa compuesta por Miren Arantzazu Jiménez Sánchez e Igor Arrien Garmendia, responsables del área de proyectos del departamento de comercio en el Ayuntamiento de Bilbao; Rafael de Ramón, conceptualizador y propulsor de Utopic_Us; y Ana Maria Llopis, fundadora y consejera delegada de Ideas4all.</b></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;">El caso del departamento de comercio del ayuntamiento de Bilbao es un caso de aplicación de innovación al comercio tradicional. Como ellos mismos comentaron, “la innovación tiene dos elementos comunes, sea donde sea que se aplique: pasión y no miedo”, elementos que utilizaron a la hora poner en marcha el proyecto de Comercio Innovador Bilbao (CIB). Se preguntaron cómo cambiar la forma de pensar y si la innovación solo podía lograrse a través de las nuevas tecnologías. Las respuestas se las ha ido dando la experiencia y el concepto de plataforma abierta en el cual trabajan junto con los comerciantes adheridos, “la innovación no es solo desarrollo tecnológico y el CIB es un laboratorio de experimentación para que después las innovaciones sirvan también a otros”.</div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;">Utopic_Us fue definido por Rafael de Ramón como una “usina de transformación” tras lo cual añadió que “sonaba un poco pedante el nombre, pero que realmente eran un núcleo de energía para la transformación. La siguiente forma de definir el proyecto fue “a partir de unos valores hacemos lo que nos da la gana” y en definitiva, así es, es un centro donde se juntan personas de diferentes profesiones creativas que coinciden en aplicar a su trabajo: colaboración, honestidad y transformación. </div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;">Ana María Llopis expuso una serie de teorías sobre las ideas y su implantación en las empresas o como servicios, dijo que después de ver como una gran mayoría de las ideas que tenemos se pierden decidieron crear Ideas4all, una plataforma en la que compartir ideas, venderlas y, tal vez, ponerlas a funcionar. Llopis habló largo y tendido sobre la inteligencia colectiva, una fuente de innovación riquísima que muchas veces es desaprovechada por no disponer de las herramientas adecuadas o de los canales apropiados.</div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;">Los tres proyectos se basan en usar las ideas de la gente como motor de innovación, de servicios nuevos o de resolución de problemas. La colaboración y la participación activa de las personas es el nexo que comparten las tres formas de trabajar. </div>
<p></p>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura I. La cultura como fuente de riqueza y empleo.</a></b></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_21.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura II. El individuo y el procomún en la creación de futuro.</a></b></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_9812.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura III. Financiar proyectos culturales.</a></b></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_22.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura IV. Cultura y empresa, relación necesaria.</a></b></div>
<p>The post <a href="https://alpiedelafoto.com/encuentro-internacional-economia-y-cultura-v-colaboracion-y-participacion-activa-para-poner-ideas-a-andar/">Encuentro Internacional Economía y Cultura V. Colaboración y participación activa para poner ideas a andar.</a> appeared first on <a href="https://alpiedelafoto.com">Al pie de la foto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Encuentro Internacional Economía y Cultura IV. Cultura y empresa, relación necesaria.</title>
		<link>https://alpiedelafoto.com/encuentro-internacional-economia-y-cultura-iv-cultura-y-empresa-relacion-necesaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lele Sorribas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 10:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bitácora]]></category>
		<category><![CDATA[Periodismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>El Encuentro Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la Ciudad de la Cultura</p>
<p>The post <a href="https://alpiedelafoto.com/encuentro-internacional-economia-y-cultura-iv-cultura-y-empresa-relacion-necesaria/">Encuentro Internacional Economía y Cultura IV. Cultura y empresa, relación necesaria.</a> appeared first on <a href="https://alpiedelafoto.com">Al pie de la foto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><strong>El Encuentro Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la Ciudad de la Cultura en Santiago de Compostela no podía, llevando este título, eludir hablar de la relación que la cultura y la empresa pueden desear. La sesión concebida para este debate se llamó Cooperación entre agentes culturales y el tejido empresarial y participaron en ella Uqui Permui, diseñadora de Uqui Cebra; Juan Paz, brandmanager en Hijos de Rivera S.A. Estrella Galicia, Pia Areblad, directora de arte en Tilt y Roberto Carreras, consultor en estrategia online de Plan B.</strong></div>
<div style="text-align:justify;"><strong></strong></div>
<div style="text-align:justify;"><strong>Cada participante definió a partir de su experiencia y de su proyecto la relación que establecen entre la cultura, la creatividad y la empresa. </strong></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Para Uqui Permui el diseño es una de las actividades más claras en las que se puede establecer la colaboración entre la empresa y el artista. Ella misma realiza diferentes proyectos dentro de esta área y en todos ellos dice ser fundamental <em>no trabajar para la empresa, sino con la empresa e involucrarse con cada departamento.</em></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Juan Paz definió dos proyectos muy concretos en los cuales la empresa de la cual es brand manager se ha beneficiado de la cultura. El producto 1906 de Estrella Galicia se ha beneficia de realizar varias intervenciones para relacionar la marca a un estilo de música concreto, para ello han organizado festivales callejeros, conciertos en locales y los aspectos positivos de esta relación revierten en ambas direcciones; por un lado en la imagen de la propia marca, y por otro en los artistas que bajo este mecenas pueden hacer circular su trabajo.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Pia Areblad rompió el hielo con el público poniéndolo en posición Tilt, una posición de balile, ella es bailarina y actualmente con este proyecto mezcla la danza con la intervención en empresas de muy diverso tipo para desarrollar las capacidades creativas de ésta, puesto que <em>el artista puede leer entre líneas, ver cosas que desde dentro de las empresas no se ven</em>, afirmó Pia. Tilt, compañía sueca ubicada en Gottemborg, crea proyectos de inmersión de artistas en empresas que cambian las relaciones entre los trabajadores, llevan a la empresa a relacionarse con la creatividad de una forma diferente, lo cual se traduce en mejoras de comunicación y en innovación. </div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Roberto Carreras quiso recalcar <em>el verdadero protagonista de todo esto (refiriéndose al Plan B) es el artista</em>. Y a partir de ello, comenzó a desglosar los beneficios que los desarrollos tecnológicos han traído a la música, <em>la música es mucho más accesible que antes, el producto no ha perdido valor, lo que hay que hacer es buscar otras formas de llevarlas a cabo</em>. El Plan B es una consecuencia directa de estas opiniones firmes de Roberto Carreras y otros artistas para desarrollar carreras musicales basándose en las redes sociales y entornos 2.0. <em>La industria musical se hunde, pero crece el consumo digital</em>, dice Roberto.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Las conclusiones de la sesión versan sobre qué caminos son más beneficiosos para unas industrias, qué modelos colaborativos, qué formatos… pero no existe ninguna duda en que la relación entre la cultura y la empresa es una relación beneficiosa en las dos direcciones.</div>
<p></p>
<div style="text-align:justify;"><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y.html" target="_blank"><strong>Encuentro Internacional Economía y Cultura I. La cultura como fuente de riqueza y empleo.</strong></a> </div>
<div style="text-align:justify;"><strong></strong></div>
<p><strong></strong></p>
<div style="text-align:justify;"><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_21.html" target="_blank"><strong>Encuentro Internacional Economía y Cultura II. El individuo y el procomún en la creación de futuro.</strong></a></div>
<p><strong></strong></p>
<div style="text-align:justify;"><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_9812.html" target="_blank"><strong>Encuentro Internacional Economía y Cultura III. Financiar proyectos culturales.</strong></a></p>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_9444.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura V. Colaboración y participación activa para poner ideas a andar. </a></b></div>
</div>
<p></p>
<div style="text-align:justify;"></div>
<p></p>
<div style="text-align:justify;"></div>
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		<title>Encuentro Internacional Economía y Cultura III. Financiar proyectos culturales.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lele Sorribas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 17:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>La tercera mesa del Encuentro Internacional Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><strong>La tercera mesa del Encuentro Internacional Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la Cidade da Cultura en Santiago de Compostela mostró cuatro ejemplos de financiación para proyectos culturales. Un ejemplo de mecenazgo, un ejemplo de patrocinio, la ley Rouanet en Brasil y un ejemplo de crowdfunding.</strong></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Sobre mecenazgo el ejemplo fue mostrado por María José Taboada Salvatierra, responsable de marketing y relaciones promocionales de la Royal Academy of Arts (Londres). La institución en la que trabaja nació en 1768 ya con una forma de organización privada, desde los comienzos fue regida por artistas, por tanto y como la propia María José dice, para ellos <em>la cultura se debe pagar y debe ser pagada por los individuos</em>.</div>
<div style="text-align:justify;">El modelo de la Royal Academy se basa en apoyos de empresas privadas, que finacian la institución por estar contemplado en sus planes de responsabilidad social corporativa, por marketing, por beneficios para el personal de carácter cultural, por el uso de las instalaciones de la Royal para eventos de la empresa. Así mismo, también obtienen apoyos de personas a título personal que son “amigos” de la institución y a cambio reciben cierto trato preferente.</div>
<div style="text-align:justify;">La afirmación de la que parte María Salvatierra es <em>la economía creativa es un modelo de negocio. El dinero público está disminuyendo y eso no va a cambiar, por tanto el dinero de fuentes privadas es muy importante. Esta cuestión debería ser considerada por las empresas, que incluso deberían contar con un departamento propio para estos asuntos</em>.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Antonio Cortés, director de marketing de Gadisa puso como ejemplo el caso de su empresa, que destina un tanto por cien a inversiones culturales dentro de la responsabilidad social, de este modo ellos ganan imagen de marca y funciona como herramienta de difusión a la par que contribuye con determinados proyectos culturales como espectáculos de cine, música, exposiciones.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">El caso de la ley Rouanet de Brasil fue explicado por Jaime Llopis, abogado y socio de la firma Cuatrecasas. Esta ley es una ley de incentivo a la cultura, propone incentivos fiscales a las empresas y las personas por destinar una parte de sus impuestos de la renta a acciones culturales. La ley ha servido para sacar múltiples proyectos adelante, aunque también hay sombras sobre ella.</div>
<div style="text-align:justify;">No obstante, Jaime Llopis, quería demostrar con este ejemplo que existe la necesidad de crear sistemas legales más competitivos y que sirvan para este tipo de cosas.</div>
<div style="text-align:justify;">Para rematar terminó diciendo, <em>nada es gratis y debemos ser conscientes de ello</em>, lo cual venía a decir que de un modo u otro, bien sea pago directo o por medio de impuestos, todo se paga.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Marc Sempere fue el último en hablar, expuso un caso de crowdfunding. Él forma parte del Colectivo Dóna Gustet, una asociación sin ánimo de lucro que ha puesto en marcha diferentes proyectos culturales usando la financiación alternativa a través de los usuarios.</div>
<div style="text-align:justify;">Desde su punto de vista, es importante ver que ha habido un cambio en la relación con el espectador, ahora conviertiéndose en participante activo. El crowfunding se basa en formar una comunidad en torno a una idea o proyecto que se va configurando definitivamente a través de los espectadores que financian la obra antes de ser creada. Para Marc, <em>interesa el aporte económico, pero también el valor social</em>, el apoyo social puede servir a la hora de buscar financiación también por las vías comunes, puesto que la idea cuenta de partida con un público consumidor. </div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">En esta mesa se presentaron cuatro modelos, que no son ni mejores ni peores unos que otros, sino que son diferentes opciones para hacer cultura y para que proyectos de la más variada índole tengan la opción de salir adelante. </div>
<p></p>
<div style="text-align:justify;"><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y.html" target="_blank"><strong>Encuentro Internacional Economía y Cultura I. La cultura como fuente de riqueza y empleo.</strong></a></div>
<div style="text-align:justify;"><strong></strong></div>
<p><strong></p>
<div style="text-align:justify;"></div>
<p></strong></p>
<div style="text-align:justify;"><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_21.html" target="_blank"><strong>Encuentro Internacional Economía y Cultura II. El individuo y el procomún en la creación de futuro.</strong></a></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_22.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura IV. <b>Cultura y empresa, relación necesaria.</b></a></strong><strong></strong>&nbsp;</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.blogger.com/goog_633802574">Encuentro Internacional Economía y Cultura V. </a><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_9444.html" target="_blank">Colaboración y participación activa para poner ideas a andar.</a> </b></strong></div>
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		<title>Encuentro Internacional Economía y Cultura II. El individuo y el procomún en la creación de futuro.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lele Sorribas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 14:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>El Encuentro Internacional Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la Ciudad de la</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><strong>El Encuentro Internacional Economía y Cultura celebrado la semana pasada en la Ciudad de la Cultura en Santiago de Compostela trató de mostrar ejemplos de éxito de empresas culturales y creativas. La mañana del primer día, no obstante, fue programada para contextualizar teóricamente de qué se habla cuando se habla de la relación entre economía y cultura.</strong></div>
<div style="text-align:justify;"><strong></strong></div>
<div style="text-align:justify;"><strong><br /></strong></div>
<div style="text-align:justify;"><strong>La segunda mesa de la mañana, titulada Conversación sobre la creación de futuro, sentó a Félix Lorenzo, creativo, consultor y gestor cultural, y a Rubén Martínez, investigador y formador en temas de producción cultural y del procomún.</strong></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Félix Lorenzo hizo una charla dirigida hacia la motivación,<em> la construcción de futuro, además de un análisis de tendencias y observación, necesita saber qué es lo que queremos nosotros para el futuro. Por eso, debéis pensar ¿porqué os metisteis en este mundillo, sea el que sea en el que estáis? ¿Porqué seguís en él?</em></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Después de poner las preguntas para la reflexión personal, recompuso su desarrollo y su camino hacia el futuro dentro del mundo de la gestión cultural y expuso lo que a él le interesa, <em>la cultura fuera de la cultura y la educación fuera del aula.</em></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Finalmente, concluyó aludiendo a las empresas para que estas sean generadoras de conocimiento y creadoras, <em>me interesa la empresa que aprende</em>.</div>
<div style="text-align:justify;">Rubén Martínez habló sobre la innovación y sobre como las teorías la han ido situando en diferentes lugares. La pregunta de partida era <em>¿cultura más empresa dan como resultado innovación?</em> y la respuesta <em>Sí, obvio. Pero…</em></div>
<div style="text-align:justify;">La cuestión está en considerar <em>la creatividad y el conocimiento como recursos naturales, tan centrales como en su momento lo fueron el petróleo y el carbón</em>; estos recursos pueden ser gestionados de diferentes maneras y como muestra habló de tres autores y/o modelos, Schumpeter, Drucker, Charles Leadbeater y Cool Britania.</div>
<div style="text-align:justify;">Schumpeter dijo que el capitalismo tiene ciclos de bonanza y de crisis y que la crisis es oportunidad. Para este autor quien produce el cambio es la triada: innovación + emprendedores + crédito.</div>
<div style="text-align:justify;">Drucker dice que Schumpeter se equivoca, que no es el emprendedor el que debe estar en esa triada, sino el conocimiento de todos los trabajadores. Por tanto, para este autor el reto del cambio está en detectar este conocimiento dentro de las empresas.</div>
<div style="text-align:justify;">Cool Birmania es un plan que invirtió en el tejido creativo en Gran Bretaña con gran éxito. Este plan habla del tejido creativo, freelances, autónomos, creativos, publicistas… como profesionales que pivotan entre trabajos y lo que realmente les gusta. Para Charles Leadbeater esta clase es subversiva y puede provocar el cambio.</div>
<div style="text-align:justify;">A continuación, Rubén preguntó <em>¿quién produce hoy ese valor?</em> y respondió hablando del procomún, aludiendo a la inteligencia colectiva que surge de la red. </div>
<div style="text-align:justify;">Como conclusión, reiteró que la línea que ha seguido la teoría sobre los productores de innovación es <em>emprendedores, trabjadores, industrias creativas, sociedad</em>.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">La mesa fue una interesante conversación a monologada que dejó abiertas las reflexiones sobre el poder individual para la creación de futuro y el poder de las inteligencias colectivas en esa construcción, ambas deben ser tomadas en consideración como motores de desarrollo en la economía de la cultura.</div>
<p></p>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura I. La cultura como fuente de riqueza y empleo.</a></b></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"><b></b></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_9812.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura III. Finaciar proyectos culturales.</a></b></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_22.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura IV. Cultura y empresa, relación necesaria.</a></b></p>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;text-align:justify;"><b><a href="http://www.blogger.com/goog_633802565">Encuentro Internacional Economía y Cultura V. </a><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_9444.html" target="_blank">Colaboración y participación activa para poner ideas a andar.</a> </b></b></p>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"></div>
</div>
</div>
<p>The post <a href="https://alpiedelafoto.com/encuentro-internacional-economia-y-cultura-ii-el-individuo-y-el-procomun-en-la-creacion-de-futuro/">Encuentro Internacional Economía y Cultura II. El individuo y el procomún en la creación de futuro.</a> appeared first on <a href="https://alpiedelafoto.com">Al pie de la foto</a>.</p>
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		<title>Encuentro Internacional Economía y Cultura I. La cultura como fuente de riqueza y empleo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lele Sorribas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 14:44:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>La Ciudad de la Cultura en Santiago de Compostela acogió la pasada semana un encuentro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">La Ciudad de la Cultura en Santiago de Compostela acogió la pasada semana un encuentro internacional de economía y cultura. En la presentación del evento, en la que estuvieron presentes Beatriz González Loroño, directora gerente de la Ciudad de la Cultura; Anxo Lorenzo, secretario general de cultura y Marcos Lorenzo, gestor cultural y parte de la organización del encuentro, se puso hincapié en la reflexión de la cultura como fuente de riqueza y de empleo y en la necesidad de trabajar desde nuevas perspectivas, haciendo uso de la innovación y de la creatividad.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">La relación entre la economía y la cultura es anterior al debate, el cual no es nuevo, pero está tomando fuerza en los últimos tiempos debido a las circunstancias en las que nos encontramos. Marcos Lorenzo definió estas circunstancias en dos crisis: <em>una crisis económica global y una crisis endógena de la cultura procedente de los nuevos soportes y su impacto en el consumo, la creación, la producción y la distribución.</em> Como posibles vías para sobrepasar este contexto, Anxo Lorenzo, habla de cuatro vías: <em>aprovechamiento de las tecnologías, recurrir a mercados exteriores, crear comunidades de autogestión y autofinanciamiento y que los creadores y artistas puedan crear junto con las empresas servicios creativos para empresas no culturales.</em></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">En la primera mesa del evento participaron Hakan Casares, coordinador del Observatorio de la Cultura Gallega del Consello de la Cultura Gallega y Juan Carlos Fernández Fasero, director de Agadic (Agencia Gallega de las Industrias Culturales), ambos trataron de contextualizar la economía de la cultura en Galicia. Hakan quiso evitar dar resultados estadísticos negativos, pero igualmente afirmo que no eran muy alentadores, no obstante <em>en Galicia las empresas de las industrias culturales y creativas son productivas y eficientes y parecen comportarse mejor que otros sectores</em>, concluyó.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Juan Carlos Fernández Fasero puso a Galicia como pionera en España en los sistemas de medición de la economía y la cultura. Habló también de los recortes de financiación que están aplicándose a la cultura y lo hizo para decir <em>es falsa la dependencia de la cultura de las subvenciones</em>. Después se centró en el capítulo del cambio provocado por el digital, del cual dijo, <em>no es ni bueno ni malo, es un cambio</em>. Y para finalizar, habló sobre la política de mecenazgo, de la cual se habla mucho en los últimos tiempos, puesto que se debe <em>facilitar y permitir que las empresas privadas desgraven por invertir en cultura, como en Estados Unidos.</em></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">El contexto quedó dibujado, las bases para el desarrollo de una economía basada en las industrias culturales y creativas están puestas y el debate economía y cultura no es nuevo, es tan antiguo como la cultura misma, es obvio que la cultura crea riqueza y es fuente de empleo.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><b><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_21.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura II. El individuo y el procomún en la creación de futuro.</a></b></div>
<p></p>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_9812.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura III. Fianciar proyectos culturales.</a></strong></div>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_22.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura IV. <b>Cultura y empresa, relación necesaria.</b></a></strong></p>
<p><strong></strong><br /><strong><br /></strong></div>
<p><strong><a href="http://www.maisticomunicacioncultural.com/2012/02/encuentro-internacional-economia-y_9444.html" target="_blank">Encuentro Internacional Economía y Cultura V. Colaboración y participación activa para poner ideas a andar. </a></strong></p>
<p>The post <a href="https://alpiedelafoto.com/encuentro-internacional-economia-y-cultura-i-la-cultura-como-fuente-de-riqueza-y-empleo/">Encuentro Internacional Economía y Cultura I. La cultura como fuente de riqueza y empleo.</a> appeared first on <a href="https://alpiedelafoto.com">Al pie de la foto</a>.</p>
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