O sol apareceu na varanda.
A cadeira ainda estava vazia.
Categoría: Português
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Gosto do Rio Lima /Me gusta el Río Lima
Gosto do Rio Lima porque põe o mundo com os pés para o ar /Me gusta el Rio Lima porque pone el mundo patas arriba

LeleSorribas2011 Gosto do Rio Lima porque faz as linhas retas parecerem descontínuas /Me gusta el Rio Lima porque hace que las líneas rectas parezcan discontinuas

LeleSorribas2011 Gosto do Rio Lima porque desenha caminhos paralelos /Me gusta el Rio Lima porque dibuja caminos paralelos

LeleSorribas2011 -
Em código de opinião: Sobre as indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal

Porta de acesso ao Paço dos Duques de
Bragança. Guimarães. LeleSorribas.2012Vamos dar destaque a alguns temas interessantes, além do próprio estudo, que foram tratados na Conferência Internacional As indústrias criativas como chave para o futuro: análise e perspectivas. É bom repassarmos as coisas ditas e algumas reflexões que ficam abertas para o uso do estudo e a construção de futuro para estas indústrias culturais e criativas.Em primeiro lugar, foram vários (Anxo Lorenzo, Juan Carlos Fernández Fasero, Adolfo Neira, Isabel Neira) os que comentaram o interesse do estudo para traduzir os dados em políticas públicas adequadas. A pala disto, foi dito também que já não estamos no tempo das infraestruturas (está certo), já está tudo construído e há espaços a mais, é momento de investir em produções culturais.Não obstante, o mais repetido por todos os conferencistas (Juan Lirón, Francisca Abreu, Anxo Lorenzo, Elvira Vieira, Juan Carlos Fernández Fasero, Ricardo Luz, Adolfo Neira, Luís Braga da Cruz e Isabel Neira) foi que é preciso mudar o conceito da cultura para termos empresariais. É momento, segundo eles, de vermos além do artista, músico, escritor… e olharmos para a sua atividade como uma empresa com produtos artísticos ou criativos. (Deve o artista ser empresário? Deve o empresário ser artista?)Para transmitir esta mensagem aos políticos, empresários e aos próprios artistas o rendimento do sector, foi comentado como era preciso um estudo destas características (que é material de consulta e não um livro para se ler duma vez), que determina qual o valor do sector e oferece dados que refletem o valor efetivo e real das indústrias criativas, como disse Elvira Vieira.Se olharmos menos positivamente, existe neste sector uma grande quantidade de trabalhadores por conta própria, situação que desde o meu ponto de vista tem a ver com a falta de confiança empresarial e com o jeito de se fazer nestes emprendimentos. Por uma banda, esta situação faz do sector um sector muito flexível, mas também muito pouco seguro (mas será que existe seguridade em algum sector?).Em resumem, a partires do estudo pode-se fazer leitura aprofundada para propor políticas públicas acordes, ganhar confiança dos investidores privados, gerir os negócios desde uma perspectiva empresarial, fazer com que as empresas se deixem contagiar do espírito criativo dos artistas, reconhecer novos jeitos…Mas para rematar esta opinião reflexiva, com algumas perguntas abertas para o debate, deixo umas palavras de Luís Braga da Cruz retiradas do seu discurso na conferência que ilustram o espírito construtor necessário para o futuro: Temos que ter perseverança, selecionar bem as nossas escolhas e ter confiança no futuro e transmitir essa confiança aos miúdos porque eles constroem sonhos. Vale a pena construir sonhos, materializa-los, esforçarmos nisso. -
As indústrias criativas são um sector estratégico na Eurorregião. Apresentação do estudo As indústrias Criativas na Galiza e Norte de Portugal em Guimarães.

Acesso à sala no Paço dos Duques de Bragança em Guimaráes,
onde foi apresentado o estudo As indústiras criativas na
Galiza e no Norte de Portugal: análise quantitativa.
LeleSorribas.2012O estudo As indústrias criativas na Galiza e no Norte de Portugal oferece os números de um sector, que a ambos os lados da fronteira, tem um comportamento mais positivo do que outros, é um sector estratégico nestes momentos, disse o diretor do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza –Norte de Portugal (GNP-AECT).O estudo foi apresentado a passada semana em duas sessões, uma na Cidade da Cultura de Galiza em Santiago de Compostela e outra na Cidade Européia da Cultura 2012, no Paço dos Duqes de Bragança em Guimarães. O sentido da celebração de duas sessões põe em valor o caráter transfronteiriço do estudo e as boas relações entre a Galiza e o Norte de Portugal. Anxo Lorenzo, secretário geral da cultura da Xunta de Galiza, comentou apostamos por abrir um espaço de partilha, uma faixa de colaboração nestas indústrias.O evento celebrado em Guimarães foi enquadrado na programação da capitalidade européia da cultura, em palavras de Francisca Abreu, vereadora de cultura da Câmara Municipal de Guimarães, a capitalidade é uma oportunidade para a criatividade entrar em todos os espaços da vida, incluída a economia. Esta é uma oportunidade para atrair e fixar novas áreas de negócio para Guimarães.Além dos resultados do estudo, que mostram que o setor emprega na Galiza o 2,17% da população e no Norte de Portugal o 3,55%, a apresentação quis oferecer chaves para o futuro desde a interpretação dos dados do tal estudo. “O estudo tenta tirar o valor efetivo e real das indústrias criativas”, afirmou Elvira Vieira, diretora da GNP-AECT. A faturação das indústrias criativas na Eurorregião é de 2.23 milhões de euros por ano, segundo os dados dos correspondentes registros mercantis de Galiza e Norte de Portugal.Na sessão participaram Juan Carlos Fernández Fasero, diretor general de AGADIC; Ricardo Luz, vice-presidente da ADDICT; Adolfo Neira, consultor; Luís Braga da Cruz, presidente do conselho de administração da Fundação Serralves; e Isabel Neira, economista na Universidade de Santiago de Compostela. Todos os participantes coincidiram em asseverar que as indústrias criativas e culturais devem ser consideradas desde a perspectiva puramente empresarial para tirar rendimento econômico e para poder traduzir os dados em políticas públicas adequadas.No remate do evento, Elvira Vieira encerrou a apresentação com umas palavras de estímulo, as indústrias criativas são um sector gerador de emprego e riqueza, não só por si próprias, mas também na integração com outros sectores. -
Apresentação do Estudo As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal. Presentación del Estudio Las industrias creativas en Galicia y Norte de Portugal.

Cartaz/Poster Conferencia. GNP-AECT Apresentação do Estudo As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal.O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza-Norte de Portugal (GNP-AECT) junto com a Axencia Galega das Industrias Culturais (AGADIC) y a Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas (ADDICT) apresentam hoje em Santiago de Compostela e amanhã em Guimarães a Conferência Internacional As indústrias criativas como chave para o futuro: análise e perspectivas.Na conferência se irá apresentar o estudo da dimensão económica das indústrias criativas na Eurorregião Galiza-Norte de Portugal.MáiS Ti estará na conferência de amanhã em Guimarães para conhecer os dados do estudo e seguir o programa do evento do qual faremos comunicações na próxima semana.Presentación del Estudio Las industrias creativas en Galicia y Norte de Portugal.La Agrupación Europea de Cooperación Territorial Galicia-Norte de Portugal (GNP-AECT) en colaboración con la Agencia Gallega das Industrias Culturales (AGADIC) y la Agencia para el Desarrollo de las Industrias Creativas (ADDICT) presentan hoy en Santiago de Compostela y mañana en Guimarães la Conferencia Internacional Las industrias creativas como llave para el futuro: análisis y perspectivas.En la conferencia será presentado el estudio de dimensión económica de las industrias creativas en la Eurorregión Galicia-Norte de Portugal.MáiS Ti acudirá mañana a Guimarães para conocer los datos del estudio y seguir el programa del evento, del cual haremos comunicaciones posteriormente.ProgramaSessão de apertura: Francisca Abreu, Vereadora de Educação e Cultura da Câmara Municipal de Guimarães; Ana Teresa Lehmann, Vice-presidente da CCDR-N (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte); Anxo Lorenzo, Secretario Geral da Cultura da Xunta da Galiza; e Francisco José Viegas, Secretário de Estado da Cultura do Governo Português.O desenvolvimento das indústrias criativas: uma perspectiva para o futuro. Paulo Alves, Fundação Serralves.Apresentação do estudo: As indústrias criativas na Galiza e Norte de Portugal, análise quantitativa. Juan Carlos Fernández Fasero, Director Geral da AGADIC; e Ricardo Luz, ADDICT.Desafios e oportunidades para as indústrias criativas. Isabel Neira, Universidade de Santiago de Compostela.


